Girica de Rato na Praça da Matriz - Floripa
Na mesma indiada do post de Criciúma (ver posts anteriores), em que eu fui pra Floripa à bangú, sem grana, apenas com a cara e a coragem, junto com alguns outros vagabundos, tomei uma girica* lá na Praça da Matriz em pleno centro de Floripa.
Tínhamos ido comprar umas miçangas pra fazer artesanatos pra vender eu e o Cles lá no centrão de Floripa. Após comprarmos as miçangas, saímos caminhando até a praça mais próxima. A gente ia tentar conseguir um beck pra queimar depois. Então eu cheguei num camelô desses de artesanatos, um cara chileno... "Tiene el Porro"? Mais ou menos isso q eu falei.
Ele se fez de louco: "-Que?" - E eu repeti: "Tiene el Porro"? - fazendo com a mão o clássico movimento de soltar pipa. Aí ele me olhou com cara de bravo e falou em português claro: " Tá me achando com cara de maconheiro??? " Na mesma hora me larguei fora dali e me fiz de desentendido, pois era umas 4 da tarde e a praça estava cheia de gente.
Então, conformados com a falta do cigarrinho de artista, eu e o Cles sentamos num banco da praça e resolvemos fechar um do nosso palheiro de palha, mesmo.
Foi então que surgiu do nada um cara mostrando uma arma cromada dentro de uma pochete aberta, dizendo que era Polícia Civil, falando bem baixinho e dizendo pra gente não mostrar reação. Então ele pegou o saquinho de fumo do palheiro e derramou todinho no chão, no passeio da praça, procurando maconha. Como não encontrou, se mandou sem nem dar tchau, numa ação que durou cerca de 30 segundos. No fim tivemos que recolher o fumo de palheiro do chão, e fumamos com areia e tudo!
Tá loco! Cada uma que me acontece!!!
*Girica: Revista rápida, realizada por um ou mais policiais. (Gíria Popular de Porto Alegre/RS- Ver dicionário de portoalegrês do Prof. Luis Augusto Fisher)
Visualizar Girica de Rato na Praça da Matriz - Floripa Sem título em um mapa maior
Tínhamos ido comprar umas miçangas pra fazer artesanatos pra vender eu e o Cles lá no centrão de Floripa. Após comprarmos as miçangas, saímos caminhando até a praça mais próxima. A gente ia tentar conseguir um beck pra queimar depois. Então eu cheguei num camelô desses de artesanatos, um cara chileno... "Tiene el Porro"? Mais ou menos isso q eu falei.
Ele se fez de louco: "-Que?" - E eu repeti: "Tiene el Porro"? - fazendo com a mão o clássico movimento de soltar pipa. Aí ele me olhou com cara de bravo e falou em português claro: " Tá me achando com cara de maconheiro??? " Na mesma hora me larguei fora dali e me fiz de desentendido, pois era umas 4 da tarde e a praça estava cheia de gente.
Então, conformados com a falta do cigarrinho de artista, eu e o Cles sentamos num banco da praça e resolvemos fechar um do nosso palheiro de palha, mesmo.
Foi então que surgiu do nada um cara mostrando uma arma cromada dentro de uma pochete aberta, dizendo que era Polícia Civil, falando bem baixinho e dizendo pra gente não mostrar reação. Então ele pegou o saquinho de fumo do palheiro e derramou todinho no chão, no passeio da praça, procurando maconha. Como não encontrou, se mandou sem nem dar tchau, numa ação que durou cerca de 30 segundos. No fim tivemos que recolher o fumo de palheiro do chão, e fumamos com areia e tudo!
Tá loco! Cada uma que me acontece!!!
*Girica: Revista rápida, realizada por um ou mais policiais. (Gíria Popular de Porto Alegre/RS- Ver dicionário de portoalegrês do Prof. Luis Augusto Fisher)
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